Kagrra,
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Yo! |
| Visual | |
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| Origens estilísticas: | Yamamba, Travesti e Mana |
| Contexto cultural: | Nirron |
| Instrumentos típicos: | Chicotes e consolos |
| Popularidade: | Otakus e traidores do movimento punk |
| Formas derivadas: | |
Você quis dizer: Cagada![]()
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Um bando de travecos, isso sim! ![]()
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Mana sobre Kagrra,
Aííí manuuu, mataru o Manuel! ![]()
Kagrra, sobre Manuel
Kagrra,, vulgo Kagrra-uma-vírgula, é a sua genérica banda japonesa feita por traidores do movimento punk.
O nome da banda vem da palavra Kagura, síntese de cagar e guro, o que revela todas as influências absorvidas pela banda do scat brasileiro e Eroguro Kei. Entretanto, Izumi, disposto a impedir que suas inusitadas preferências sexuais ilustrassem a capa da revista Caras (カラス), em um golpe realizado há séculos pela Igreja, mascarou a obscura origem da banda alegando que seu nome significava Música dos Deuses (神楽).
Índice |
[editar] História
Depois de se conhecerem nos clubinhos de tricô e culinária da escola de Hokkaido, Nao, Isshi, Akiya, Shin e Izumi partiram para Tóquio, dispostos a sair da miséria. Abrigados pelo tio de Izumi, que era cafetão, os cinco jovens tiveram uma vida difícil, já que não sabiam administrar o lucro de seus programas.
Apesar de tudo, a pobreza trouxe benefícios. Mais unidos do que nunca, os garotos, cansados de dar para desconhecidos, decidiram partir para a carreira musical, trocando o palco dos bordéis pelo dos bares. A PS Company, famosa por lançar as maiores divas do mercado, interessou-se no talento dos rapazes, disposta a recuperar o glamour das bandas gays dos anos 70.
[editar] Estilo
A banda alega desenvolver um estilo próprio, denominado neo-japanesque, em uma tentativa de mascarar sua falta de criatividade transformar a música contemporânea em algo o mais japonês possível. Exemplo disso é o tradicional bordel do tio de Izumi, onde os cinco rapazes atuavam como gueixas, tocando instrumentos tradicionais e dançando com leques. Atualmente, vendo que a boiolagem não dava mais lucro, a banda abandonou os quimonos, apesar de ainda levar em seus corações a purpurina tanto admirada por seus fãs. Infelizmente não são mais reconhecíveis porque sem as perucas e a maquiagem viraram apenas uma banda gay de japoneses. O som ainda é o mesmo, completamente desafinado, mas sem o charme dos decotes e das plumas. Uma pena.
Suas letras são escritas por Isshi e utilizam kanjis inventados pelo mesmo antigos e muitas vezes desconhecidos pelos estudantes de japonês para mascarar o fato de que ele é semi-analfabeto.
[editar] Membros
- 一志 Isshi (Ixi): Vocais
- 楓弥 Akiya (Aqui ó! _|_):
PunhetaGuitarrista - 真 Shin (XiNn *.*): Guitarrista
- 白水 Izumi (Ih, Sumi!): Baterista
- 女雅 Nao (Não): Baixista
[editar] Discografia
- Shu ("ju..?", 2009):pode até parecer mentira mas vai ser lançado em 1º de abril.Ju...ra???
- Core ("Cu, ó!", 2008): Álbum em homenagem aos 10 ano(u)s de profissão, usando umas das frases mais utilizadas pelos mesmos para atrair seus clientes.
- Shizuku ("Cheese-cu", 2007): Uma volta aos tempos do clubinho de culinária da escola, exemplo notável da influência scat da banda.
- Kiseki~Ni ("Que sexy", 2006): DVD raro com os melhores momentos dos cinco rapazes enquanto ainda trabalhavam no bordel.
- Sarasōju no Komori-uta ("Sara, sujou, não como puta!", 2005): Single que, em parecia com Carla Perez e seu Cinderella Baiana, tem como objetivo protestar contra a prostituição de menores nas estradas, o que se nota pelo trocadilho entre sujou e shōjo.
- Unsanmushō ("O San murchou", 2005): DVD que critica a política imperialista americana.
- Omou ("O Moe", 2004): Tributo ao personagem dos Simpsons favorito de Isshi.
- Rin ("Rim", 2004): Single que retrata todo o sofrimento por qual os jovens passaram quando o tio de Izumi, seu maior patrocinador, teve que fazer um transplante.
- Urei ("O Rei", 2004): Homenagem a Roberto Carlos, conta com covers dos maiores sucessos do cantor.
- Gozen ("Gozem!", 2003): Coletânea das melhores composições sensuais da banda.
- Kotodama ("Corto dama", 2002): Uma apologia ao homossexualismo masculino.
- Memai ("Mamãe!", 2001): Não necessita comentários.
- Nue ("Nu, é?", 2000): outro claro exemplo de como os anos de prostituição influenciaram na carreira dos rapazes.
[editar] Ligações externas
- Hizō traduzida
- NOTA: Ninguém se importa muito com a tradução das músicas, mas quem quiser saber (porque aquelas lá nos sites é a tradução enfiada), relaxa e goza na frente do computador e assiste ao vídeo, completa com as mensagens subliminares pagãs do demônio nas músicas. Aviso: a música citada na verdade é uma homenagem ao namorado de Isshi (que foi assassinado): ele mostra sua revolta pela morte de seu amado, já que não tem mais ninguém pra comer (se tiver com medo de clicar no link, procure por hizou paródia no Youtube ou simplesmente clique aqui).
- Utakata "Pagodão no Seireitei"
- No tempo em que eles ainda trabalhavam no bordel e dançavam com leques. Gravado por um cinegrafista amador que
frequentavaestava no local